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      Debate na Rádio O Povo/CBN tem presença da Presidenta da DS-Ceará

      4, agosto, 2020
      Debate na Rádio O Povo/CBN tem presença da Presidenta da DS-Ceará

      A edição da última segunda-feira, 3, do programa Debates do Povo, da Rádio O Povo/CBN, contou com a participação da Presidenta da DS-Ceará, Patrícia Gomes. Com uma hora de duração, a conversa foi guiada pelo jornalista Marcos Tardin que começou a discussão falando sobre as fases da reforma tributária proposta pelo Governo Federal e contextualizando o ouvintes tratando também da complexidade do atual sistema tributário brasileiro.

      “De fato, precisamos debater uma simplificação da tributação. Entretanto, é necessário que se mantenham os níveis de arrecadação atuais. Estamos vivendo um momento de pandemia, em que o Estado, mais do que nunca, tem um papel essencial para a manutenção da qualidade de vida das pessoas. Então, não é possível que pensemos em uma queda da arrecadação, principalmente nesse momento”, disse Patrícia Gomes, Presidenta da DS-Ceará. Participou do debate também Ricardo Coimbra, presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE). “Além dessa reforma de tributos, também precisamos ter uma reforma de Estado, em relação ao tamanho da máquina pública. É preciso reduzir gastos não só com o Executivo, mas também com o Legislativo e com o Judiciário”, disse Ricardo, questionado sobre a complexidade da tributação brasileira.

      O debate continuou tratando das diferentes fases da proposta do Governo. A primeira, já entregue por Paulo Guedes, Ministro da Economia, ao Congresso, que unifica o PIS e a Cofins e cria a CBS (Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços), com alíquota de 12%. A medida eleva a carga tributária e atinge principalmente empresas de menor porte e o setor de serviços. Essa proposta beneficia entidades financeiras, incluindo bancos, planos de saúde e seguradoras, além de garantir benefícios para zonas de livre comércio. “O ideal é que a reforma tributária caminhe para um ajuste da tributação do ‘andar de cima’, das grandes fortunas, das altas rendas, para que se mantenham os níveis de arrecadação e para que se simplifique o sistema tributário”, explica Patrícia Gomes.