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      Filiados da DS/CE encaminham por nova assembleia para definir sobre reforma da sede

      13, março, 2017
      Filiados da DS/CE encaminham por nova assembleia para definir sobre reforma da sede

      Em Assembleia Local, na quarta (08), os filiados da DS/Ceará votaram pelo encaminhamento que propunha definir sobre a reforma da sede somente após orçamento mais detalhado acerca de todos os projetos e também da avaliação quanto à opção de adquirir novo terreno ora disponível na Rua Carlos Vasconcelos. A decisão foi tomada porque parte dos colegas ressaltou a importância de maior embasamento para votação, bem como pelo quórum reduzido de presentes.

      No início da Assembleia, o presidente da DS/CE lembrou o Dia Internacional da Mulher, enaltecendo o papel fundamental da mulher na sociedade, destacando sua capacidade profissional, seu espírito de luta, mas também de afeto, e sua sublime capacidade de trazer a vida. Prestou homenagem a todas as Auditoras-Fiscais e as funcionárias da DS na pessoa da brilhante e guerreira colega Auditora-Fiscal Maria Liduína Coelho Ribeiro. O Auditor-Fiscal Getúlio Ribeiro também falou sobre a data e destacou os exemplos das Auditoras-Fiscais Zaelite Dantas e Natália Nobre nas ações sindicais destes últimos anos.

      Em seguida o presidente destacou a necessidade da categoria manter-se atenta à mobilização em torno da reforma da previdência e da tramitação da MP 765/16. Alertou que em relação ao bônus nada está assegurado, tendo-se em vista as várias críticas e ações concretas questionando sua legalidade ou constitucionalidade, de modo que a categoria precisa assegurar as ações de mobilização, em especial o trabalho parlamentar local e nacional, que enseja voluntários para realizar a retomada dos contatos pessoais e cafés da manhã com a bancada cearense. Registrou, ainda, a necessidade do engajamento da categoria no evento do dia 17/03 na Assembleia Legislativa, sobre a (contra)reforma da previdência, com palestras da Profa. Drª Denise Gentil e do Auditor-Fiscal Vilson Romero, presidente da ANFIP.

       Quanto à reforma da sede da DS, o presidente explicou inicialmente que a DS dispõe de cerca de oitocentos mil reais para executar a obra, a depender da escolha, pela categoria, de um dos quatro projetos sob análise. Destacou que três projetos propõem a demolição da estrutura atual e a construção de uma nova edificação, configurando hipótese que se submete à legislação atual do código de postura municipal, o que, dentre outros aspectos, impõe a limitação a 250m͔2 de área construída, um maior recuo na frente do imóvel e a disponibilização de pelo menos 5 vagas de garagem. O quarto projeto, por sua vez, que mantém o imóvel apenas com o pavimento térreo, por tratar de intervenção que promove um acréscimo de área inferior a 30% da área atual, fica juridicamente enquadrado como reparo geral, o que afasta as exigências antes mencionadas.

      Dando continuidade, o Diretor de Finanças e membro da comissão criada para avaliar a reforma da sede, o Auditor-Fiscal Airton Rocha, fez uma breve explanação sobre a história dessa decisão tomada pela categoria há alguns anos atrás. Explicou, por exemplo, que a verba é oriunda da venda de outro imóvel e se encontra aplicada em investimento financeiro. Explicou também que naquele momento passado a decisão da categoria era a de ter uma sede com capacidade para a realização de eventos sindicais e sociais.

      Airton apresentou aos presentes as imagens dos quatro projetos sob análise e informou que, tanto a comissão encarregada de avaliar os aspectos da reforma quanto a própria Diretoria da DS, entenderam que a melhor opção para a DS/CE seria executar o projeto com menos intervenções, pois apresenta o melhor equilíbrio entre a utilização do imóvel para fins sindicais e a utilização para fins sociais, e as obras foram orçadas em cerca de R$ 420.000,00. Os outros três projetos, por sua vez, considerando-se que o preço de construção de nova edificação na região tem um valor médio de R$ 2.500,00/m2, ensejariam um custo de pelo menos R$ 625.000,00, cabendo ainda considerar os eventuais custos adicionais, como a utilização de garagem no subsolo e elevador. Lembrou, ao final, a necessidade de se considerar o custo posterior com a aquisição de mobiliário e equipamentos, em qualquer opção de reforma.

      Alguns colegas argumentaram, entretanto, a necessidade de mais dados sobre os custos de cada projeto apresentado, a fim de tomar a decisão mais adequada, pois tem efeitos de longo prazo. Ponderaram, por exemplo, que o orçamento mais detalhado dos três projetos com nova estrutura pode revelar sua adequação aos recursos ora disponíveis ou a necessidade de cota-extra dos filiados, o que seria decidido na assembleia futura. Diante da discussão, o diretor de Defesa Profissional, Marcelo Maciel, fez a proposta de tal encaminhamento, tendo sido aditada pelo Auditor-Fiscal Josué Luz, no sentido de que a DS avaliasse também a opção de adquirir terreno ora disponível na Rua Carlos Vasconcelos, representando uma oportunidade rara, em especial neste momento em que a categoria deseja tomar a decisão sobre a estrutura física da sede da DS. A proposta, aditada, foi então acatada pela maioria dos presentes.