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Professores dizem não

2, agosto, 2012

O governo federal está priorizando as negociações com os sindicatos que representam os docentes das universidades federais, em greve desde 17 de maio. Por isso, apesar da suspensão dos encontros com os trabalhadores parados, manteve a reunião da categoria com o secretário de Relações do Trabalho do Planejamento, Sérgio Mendonça. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, eles precisam garantir com urgência a retomada do ano letivo. A estimativa é que mais de 1 milhão de alunos estejam sem aulas.

De acordo com o coordenador da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), Rolando Rubens, Mercadante chegou a pedir aos servidores que dessem uma trégua até o dia 13, quando o Planalto deve voltar a debater com os demais funcionários que estão de braços cruzados. 'Ele deixou claro que não tem nada a dizer até lá, mas nós não vamos ceder. Se for necessário, os estudantes vão ter o segundo semestre prejudicado', afirma Rubens.

Na semana passada, o governo reviu a proposta salarial aos professores e sugeriu reajuste de até 45%. Os novos valores representam um impacto de R$ 4,2 bilhões no orçamento da União. Segundo o titular da pasta de Educação, essa é a oferta final do Palácio do Planalto. O Comando Nacional de Greve, no entanto, rejeitou mais uma vez o pacote do Executivo. Em nota, o movimento garantiu que este é o momento de fortalecer os atos para avançar nas negociações e adiantou que, para os próximos dias, participará do Dia Nacional de Luta e Apoio aos Servidores Públicos Federais.


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